10/02/2013

TODOS TEM UM CALCANHAR DE AQUILES



“Como o homem tem necessidade de ilusões para viver bem”. (Nietzsche). 

 Um pouco de realismo não faz mal a ninguém. Contudo, sempre existiram e existirão aqueles que preferem seguirem crentes de suas próprias ilusões, abraçados a velhos complexos não resolvidos, mergulhados em ressentimentos. Incapazes de seguir em frente positivamente, seguem sonhando, ‘viajando’ com pretensos ‘salvadores da pátria’, outros auto-iludidos, que prometem ter ‘A Solução’ para todos os problemas, mascarados, armados com o ‘cetro mágico’ e com algumas idiotices que alcunham de Ideologias. Esses tipos, geralmente, se enforcam com a corda que lhes dão, ou se afogam nas próprias palavras, tendenciosamente ditas ou escritas visando algo em prol de si mesmos. Alguns dentre estes tipos, discursam e pregam uma estranha moralidade, com dois pesos e duas medidas, esquecendo-se do próprio telhado de vidro e do calcanhar de Aquiles que todos têm. Com efeito, a história comprova que em todos os tempos os cães ladraram enquanto a caravana passava, e em todos os tempos existem os que fazem aquilo que podem com aquilo que tem, muitas vezes fazem mais até do que podem com aquilo de que dispõem no momento, e, existem aqueles que falam de tudo e de todos sem sequer mover um dedo na prática para colaborar, demonstrando assim o quanto são preocupados com o povo que falsamente juram amar. Realmente, diz um ditado popular: ‘se não tem o que falar, cale a boca’. Neste caso, diria a estes tipos o seguinte: ‘não tem sobre o que escrever lave uma louça, descasque mandioca, plante uma árvore, leia um livro, talvez isso seja melhor do que se ridicularizar perante o publico... Afinal, a caravana, assim como o tempo, vai passando e quem hoje se coloca como ‘o acusador’, amanhã poderá ser o acusado. Sejamos realistas, ninguém precisa ser hipócrita e abraçar seus adversários, mas é muito melhor colaborar e ajudar aos que buscam fazer algo de útil na vida e em prol do povo do que ser um falastrão e um néscio, e, é perfeitamente possível ser crítico, não concordar com algumas coisas, ser oposição, mas com fundamentos, provas e não baseado em achismos e ‘conversas para boi dormir’. Ademais, por mais afoita que seja uma oposição ela não pode ser tola ao ponto de esquecer que ‘todos tem um calcanhar de Aquiles’ e que não há nada melhor do que o tempo para mostrar quem é quem tanto no jogo da política, quanto no jogo da vida. 

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